ONU alerta: Irã pode iniciar enriquecimento de urânio para bomba em poucos meses, segundo agência nuclear

ONU alerta: Irã pode iniciar enriquecimento de urânio para bomba em poucos meses, segundo agência nuclear

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ONU Alerta sobre Potencial Enriquecimento de Urânio pelo Irã

O chefe da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Rafael Grossi, alertou que o Irã possui capacidade para retomar o enriquecimento de urânio em “questão de meses”. Este desenvolvimento ocorre após ataques dos Estados Unidos a três instalações nucleares iranianas, que geraram danos significativos, mas não totais, conforme a declaração de Grossi. O cenário levanta preocupações sobre a possibilidade do Irã desenvolver uma bomba nuclear.

Impacto dos Ataques dos EUA

Os ataques americanos foram executados após uma conclusão da AIEA de que o Irã violou suas obrigações de não proliferação nuclear pela primeira vez em 20 anos. No entanto, Grossi afirmou que os danos causados não foram totais, contradizendo as declarações de Donald Trump de que as instalações foram “totalmente destruídas”. Enquanto isso, a extensão real dos danos ainda é incerta, mas o chefe da AIEA mencionou que, em poucos meses, o Irã poderia ter “algumas cascatas de centrífugas girando e produzindo urânio enriquecido”.

Reações e Desdobramentos Internacionais

Trump afirmou que as instalações iranianas foram “completamente destruídas” e acusou a mídia de tentar desmerecer o que chamou de um dos “ataques militares mais bem-sucedidos da história”. Apesar disso, o Irã e Israel concordaram em um cessar-fogo temporário. Trump, no entanto, expressou disposição de atacar novamente se a inteligência indicar que o Irã pode enriquecer urânio a níveis preocupantes.

Internamente, o Irã enviou mensagens contraditórias sobre os danos. O líder supremo, Aiatolá Ali Khamenei, minimizou o impacto dos ataques, enquanto o ministro das Relações Exteriores, Abbas Araghchi, reconheceu danos “excessivos e graves”. Em resposta aos eventos recentes, o Parlamento iraniano decidiu suspender a cooperação com a AIEA, acusando a agência de se aliar a Israel e aos EUA.

Perspectivas Futuras e Diplomacia

Apesar das tensões, Grossi expressou esperança de que negociações futuras possam ocorrer. Ele enfatizou a necessidade de diálogo com o Irã, afirmando que, no final, uma solução duradoura só pode ser alcançada diplomaticamente. A AIEA aguarda uma possível oportunidade de inspecionar as instalações danificadas, mas enfrenta resistência do Irã, que rejeita a necessidade de inspeção sob alegações de intenção maliciosa.

O acordo nuclear de 2015, do qual o Irã participava, limitava o enriquecimento de urânio a 3,67% de pureza e proibia atividades na instalação de Fordo por 15 anos. No entanto, a retirada dos EUA do acordo em 2018, sob a presidência de Trump, e a subsequente reimposição de sanções, levou o Irã a violar essas restrições e a retomar o enriquecimento em níveis elevados.

O cenário atual coloca em risco os esforços de não proliferação nuclear na região, com a AIEA e outras potências mundiais observando de perto os próximos passos do Irã. A situação continua a evoluir, com possíveis implicações significativas para a segurança global.

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